A Linha

 

Sabemos que existe uma linha limite que indica um ponto onde tudo a partir dele é novo. Essa linha pode mudar nossa visão e concepção do mundo e como nos portar nele. Nossos comportamentos, por vezes ditados e moldados, precisam de renovação, pois existirão coisas novas a ser desfrutadas. É uma linha rosa, como a rosa dos ventos, com uma função explícita: indicar o caminho.

Todo planejamento calcado na razão humana cai por terra quando os sentimentos do coração falam mais alto. Não há razão para ter medo, pelo menos é o que todos falam. Mas vejam bem: ter medo também é um sentimento, sem nenhuma formulação racional para existir; logo, no nosso coração também pode se abrigar o medo. Por isso, atravessar esse linear é tão interessante quanto desconhecido.

O mais importante é aceitar o novo caminho. Planejar nossas vidas tão racionais é primordial, mas sempre existem vicinais postas pela vida que também nos levam ao destino da felicidade e vitória. Mas fechar esses caminhos é o mesmo que neutralizar os sentimentos. Portanto devemos aceitar esses caminhos e aprender, então, que não se pode ignorar os sentimentos que martelam o peito e que são tão necessários quanto a racionalidade humana.

 Por Artur Gueanori


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